Archive for November, 2008

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Não à violência contra a mulher!

Tenho acompanhado calada o drama de Suzana Vieira com seu ex-marido. E a baixaria que foi o término do relacionamento de Luana Piovani. Calada sim, mas extremamente revoltada.
Devo ser sincera, nunca fui fã da Luana Piovani, e do Dado Dolabella menos ainda. Longe de mim questionar o caráter de alguém, principalmente se não conheço a criatura. Como todo e qualquer ser humano, simplesmente tenho um pé atras com algumas pessoas. Nada mais natural.

Já da Suzana Vieira, eu sempre gostei. Já tirei sarro dela aqui, antes de reformular o Silent Devotion, assim como brinquei com outros artistas. Só brincadeira, nada contra, apenas com o intuito de fazer rir quem tem senso de humor.

Sempre gostei da Suzana pelo seu bom humor e jovialidade. Ela tem mais energia do que muita gente novinha por ai, e sem contar que é uma atriz de um talento inigualável e indiscutível. Gosto dela e ponto final.

Mas o que tem a ver o caso da Suzana Vieira e o da Luana Piovani? Ambos envolveu homens de caráter extremamente duvidoso e violentos.  Dado Dolabella ja tem um histórico de violência, como vocês devem lembrar do que o rapaz fez ao vivo diante das câmeras da MTV, anos atras, contra o João Gordo. Fez o papel de mauricinho, filhinho de papai que não sabe dialogar e resolve tudo na força. Na época quem saiu de bandido na historia foi o João Gordo, mas se vocês pararem para analisar o vídeo a violência toda partiu do garoto.

Mas o mundo da voltas e eis que ele resolve bater na noiva e na camareira. A roupa suja foi lavada em publico, o que é obvio já que os dois são figuras publicas e inevitavelmente a coisa toda acaba sendo exposta. Luana teve a coragem de negar que ele lhe tenha batido, o que foi desmentido em seguida com o vídeo da segurança da tal boate. Um vergonha.

Já no caso de Suzana Vieira a coisa foi um pouco diferente. Alguém se lembra quando foi noticiado que o ex-marido dela havia quebrado um quarto de motel, no qual estava com uma prostituta, ou algo assim, que também sofreu agressão?  Fiquei triste quando Suzana Vieira resolveu que era uma boa idéia perdoar, e temi por ela. More >

Vaidade está em todos os meios

Vaidade, vaidade, vaidade. Egos precisando ser massageados sempre! E’ tudo que vemos por ai, em todos os lados, em todos os meios.

Enquanto isso pessoas morrem nas piores catástrofes que são conseqüências de nossos próprios atos egoístas e vaidosos. Pessoas matam e morrem por motivos cada vez mais tolos. Crianças passam fome, frio, necessidades e sofrem violências. Se for olhar bem de perto, tudo por causa de vaidade.
Necessidade de se sentir importante sempre fez o homem ter ambições. Das mais tolas. E alguém sempre sai prejudicado nessa.

Que tal parar de pensar em besteiras como rankings e pensar em coisas realmente importantes como sustentabilidade? Ou será que é tão difícil assim pensar um pouquinho no próximo, no meio ambiente, mudas os próprios hábitos?

Ah, sei lá gente, sei lá…

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Quando aprendemos a perdoar

“Errar é humano, perdoar é divino.” Máxima conhecida por todos, utilizada como desculpa por muitos e praticada verdadeiramente por poucos.

O fato é que estamos cada vez mais individualistas, mais do que isto, egoístas. O mal do século. Nos utilizamos da correria do dia-a-dia e a defesa de nossos interesses para atropelarmos a boa educação tao bem ensinada por nossos pais, atropelarmos sentimentos nossos e de nossos semelhantes, para abusar da boa vontade alheia.

Boa vontade esta,  que é um “produto” cada vez mais escasso no “mercado” das emoções e atitudes humanas. E cada vez menos paramos para dizer um “obrigado”, pedir desculpas, ou até mesmo se interessar verdadeiramente pelo que o outro esta sentindo.  Com aquela premissa de que o “oi, tudo bom?” nada mais é do que uma frase pré-concebida, como um “bom dia” dado completamente vazio de sentido.

Convenhamos, quando foi a ultima vez que você teve tempo para se interessar realmente pelo que aquele amigo seu esta passando? E assim a vida continua em seu ritmo frenético e deixamos de lado sentimentos e momentos bacanas que poderíamos ter vivido, se, apenas se, tivéssemos esperado um segundo a mais.

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