Amizade

1215912_paper_chain_in_the_dark

A arte de se fazer presente

1215912_paper_chain_in_the_dark

Este artigo não é sobre presentes de natal, é sobre como conseguir se fazer presente na vida de pessoas queridas. :)

Como filha de militar mudei de cidade muitas vezes. E mesmo depois que as viagens de militar acabaram, eu mesma, com meu espírito nômade, não passei muito tempo em lugar algum.

Conheci muita gente, fiz muitas amizades e com o tempo aprendi a distinguir qual era verdadeira e qual não valia a pena. Tenho muitos amigos sim, mas infelizmente, cada um em uma parte do mundo. E aí, você me pergunta, como é possível manter estas amizades distantes? Fazendo-se presente.

Se fazer presente não é, absolutamente, ficar grudados 24 horas por dia. Ninguém gosta de se sentir preso, ninguém gosta de alguém grudado no cangote.

Fazer-se presente, nada mais é que, fazer com que as pessoas que gostamos saibam que são queridas e que podem contar conosco sempre que for necessário. Tenho a sorte de ter amigos assim. Posso passar dias, até semanas sem falar com eles que, quando falo novamente é como se nunca tivesse saído de perto. E estou falando de amigos que moram em outros estados e até outros países. O carinho é sempre o mesmo, não muda.

E como conseguimos isto? Mais simples do que parece. Apenas algumas demonstrações de carinho aqui e ali. Dando apoio e oferecendo os ombros quando necessitam. Pode até acontecer de não poder estar perto quando precisam, mas sempre tem um pequeno gesto que acaba demonstrando que estão ali pro que der e vier. É um laço mais forte e mais simples do que se imagina. Não é a proximidade física que diz se uma amizade é verdadeira ou não.

Este post eu dedico aos meus amigos queridos, que sabem melhor do que eu se fazerem presentes em minha vida nômade. Especialmente para Fran e Kathy que em anos de amizade nunca me faltaram, onde quer que eu me encontrasse na face da Terra. Estou meio sumida, eu sei, e em falta com vocês, mas saibam que não existe nem um só dia em que eu não dedique um pensamento carinhoso a vocês.

E você? Sabe se fazer presente? Diga o que sente a quem ama, antes que seja tarde demais. ;)

1049879_the_earth_1

Amizade à distância é possível?

1049879_the_earth_1

Acho que todos da minha geração já se fizeram este questionamento. Eu lembro quando em 1996 mais ou menos, usei pela primeira vez o mirc. Fiquei impressionada como era possível conversar com pessoas de vários lugares do Brasíl, lugares que jamais passaria pela minha cabeça visitar. Mas aceitei tudo com naturalidade, como toda aquela geração de adolescentes que achou aquelas novidades algo muito bacana.

Depois veio o icq e a descoberta de que era possível falar com pessoas de todo o mundo. Mensagens instantâneas e o costume de se corresponder por cartas estava acabando. Lembro que antes de tudo isso, aos 13 anos, cheguei a participar de um programa de troca de correspondências do meu curso de inglês que se chamava algo tipo “paper pal”. Com estas novas maneiras de se comunicar, acredito que nem exista mais. E rapidamente a coisa toda foi evoluindo até chegar no que é hoje, falamos com pessoas de todo o mundo, o tempo todo, fazemos parte de redes sociais, estamos sempre conectados, e cada vez conhecendo mais e mais pessoas.

Neste infinito mar de trocas de informações, será que ainda é possível de aprofundar em algum tipo de relacionamento? Se ligar de maneira menos fria e mais emocional através de uma tela fria de computador?
Glória Perez já havia cantado esta pedra naquela novela Explode Coração como devem se lembrar. Mas aquilo era novela. E você, na sua vida real, de mero mortal, quantos amigos “virtuais” tem?

Claro que muitos tem uma enorme dificuldade de confiar neste tipo de relacionamento. Pois a tela de certa maneira nos protege, e é preciso ter cuidado com o que está do outro lado. Nunca se sabe. A internet te dá a possibilidade de se esconder e de criar o personagem que bem entender. Mas por outro lado, existem pessoas que estão fisicamente do seu lado e usam máscaras. E de repente você descobre que não conhece esta pessoa de fato. Ela te magoa e mostra que no fundo não tem o menor respeito e consideração por você.

De minha parte, posso dizer que já fiz amigos incríveis na rede. E outros nem tanto.
Por exemplo, uma amiga muito querida minha, que é quase uma irmã para mim, eu conheci em um fórum do Iron Maiden. O que a princípio nos unia, apesar da distância era esse interesse em comum. Aí fomos conversando e descobrimos que, inclusive apesar da diferença de idade, somos parecidas em muitas coisas e com isso a amizade foi se desenrolando. Por duas vezes ela foi me visitar quando mais precisei de um ombro amigo, e assim nossa amizade se estende por anos, sabendo que mesmo não estando presente fisicamente podemos contar uma com a outra. Pois seja como for, conseguimos nos fazer presentes e nos preocupamos de fato uma com a outra.

Isso se chama empatia. Quando dois seres compartilham do mesmo modo de ver a vida, dos mesmos ideais, dos mesmos valores.

Já conheci gente que se dizia minha amiga, mas que vim a descobrir que estava apenas se aproveitando da minha boa vontade. Não só na internet como na vida “não virtual”. Entendem onde quero chegar?
Não é porque é a “famigerada internet” que é mais difícil ou fácil de fazer ou manter uma amizade, e sim porque pessoas quando são mascaradas, assim o são dentro e fora da rede.

Considero, que todas essas ferramentes que dispomos hoje para relações sociais facilitam em muito o contato com pessoas de todos os tipos. Interessantes ou não, verdadeiras ou falsas, interesseiras ou simplesmente abertas à novas amizades.

E sobre apaixonar-se? Muita gente se apaixona por este meio. É claro, que sem ter um primeiro contato frente a frente com a pessoa, a imaginação pode tomar conta e se cria toda uma fantasia sobre aquele ser maravilhoso que conversa contigo tão freqüentemente. Mas veja bem, será que se o tivesse conhecido em outras circunstâncias não fantasiaria da mesma forma?

Eu acredito que sim. Pois no fundo somos todos seres que precisam de magia no dia-a-dia, por mais que alguém afirme que não. Todos, sem exceção, queremos ser felizes – isto sem contar que nós mulheres crescemos ouvindo contos de fadas, e todas queremos encontrar o tal príncipe encantado.

Mas numa boa, príncipe encantado não existe. Somos humanos e erramos todos. O ideal é conseguir encontrar alguém que se pareça com você, alguém com quem conversar, alguém que te desperte boas sensações, que te ponha um sorriso no rosto, que te faça sentir borboletas voando em seu estômago. Se tiver alguém que te faça sentir assim todos os dias, sinta-se um felizardo. Pois se tiver isto logo de cara, o resto todo é consequência.

Ninguém pode afirmar que duas pessoas ficarão juntas para sempre. É difícil saber. Pois tem pessoas que se apaixonam, se jogam no relacionamento com tudo e quando o efeito da paixão passa não conseguem transformar o sentimento em amor. Porque falta amizade. Amizade é a base do amor. Tendo amizade, as coisas evoluem de maneira tranquila, e assim as borboletas têm mais chances de viver mais tempo batendo asas em seu estômago. Mas para isso é importante não se acomodar no relacionamento. Fazer surpresas, pequenas viagens românticas juntos e assim por diante… – mas isto é assunto para outro artigo.

O que quero dizer é: sim, é possível se manter uma amizade à distância e a internet é uma ferramenta que facilita o contato. É preciso ter cuidado e usar de muita sinceridade nas suas atitudes para poder cobrar sinceridade de seu interlocutor também. Mas, veja bem, sinceridade não é entregar sua vida (como endereço, cpf, telefone, conta bancária, número do cartão de crédito e senha) para a primeira pessoa que aparecer, e sim, ser honesto e jamais brincar com os sentimentos de ninguém.

Compreendem que, se olhar bem, tudo o que disse serve para a vida não virtual também? Isto porque, empatia e sintonia, não são coisas palpáveis, físicas. São como bons sentimentos. Sabemos que existem. Sentimos. Os vivemos. Mas não podemos vê-los, nem tocá-los.

verdade é que a proximidade não se conquista apenas geograficamente – muitos de nós somos de natureza nômade – mas se conseguirmos tocar o coração de alguém, não tem tempo e nem distância que separe.

361753_love_for_cookies_2

Fim de relacionamento: como lidar com a dor?

361753_love_for_cookies_2

Faz parte da vida que relacionamentos amorosos não deem certo e encontrem seu fim. Não que todos precisem ser assim, mas acontece. E dependendo do amor que ainda se tenha pelo outro, dos investimentos feitos – sentimentais ou  materiais, a dor do fim pode ser quase intolerável, chegando a ser física.

Uma amiga minha se separou recentemente, e tenho acompanhado os altos e baixos dela. Também já passei por términos de relacionamento, mas quem nunca passou? Acontece, que quando terminamos com alguém que amamos muito, ficamos achando que aquela perda é o fim do mundo. Mas nunca é. A vida não acaba ali, apenas deixamos de enxergar as milhares de possibilidades e situações que teremos que enfrentar ainda pela vida. E, acredite, existem perdas muito piores e realmente insuperáveis.

Existe vida após o namoro / casamento / relacionamento.  Claro que toda relação deixa marcas em nós,  temos momentos bons e outros nem tanto, e geralmente saímos magoadas do relacionamento- mesmo que não assumamos isto. Mas é preciso saber aprender a conviver com as cicatrizes que inevitavelmente ficam. Sempre vai existir alguma coisinha que vai nos fazer lembrar de um momento vivido com o outro seja ele bom ou ruim.

Existe um período de “luto” que vem logo após o término, que é realmente difícil para quem amou demais e ainda ama. Choramos copiosamente, não conseguimos dormir, ideias tolas veem à nossa mente como achar que a culpa do fim do relacionamento é nossa e que o outro estava certo em dizer que ninguém mais no mundo vai conseguir nos aturar (acredite, até isso eu já ouvi de um infeliz). Este momento de tristeza precisa ser respeitado, por mais que te faça se sentir mal. Porque somente exorcizando toda esta mágoa que você poderá se reerguer.

Não acredite em hipótese nenhuma que de foi você quem errou. Para dar certo, um relacionamento conta com ajuda de duas pessoas. Se não deu certo é porque os dois tiveram incompatibilidades e falhas. Esqueça esta ideia que você não é boa o suficiente para ninguém. Procure se lembrar que criatura maravilhosa você é, das suas qualidades, dos seus valores. Depois do período de tristeza mais forte, o “luto”, vem um período de verdadeiros altos e baixos.

Existirão dias que você se sentirá bem e cheia de oportunidades pela frente – o que é a mais absoluta verdade – e outros que você irá cair no choro e pensar bobagens novamente. Neste período, saiba que, por mais que você chore hoje, amanhã ou depois se sentirá forte de novo. É natural que seja assim. É natural ter momentos de tristeza e não se culpe por eles. Chorar é a melhor maneira de colocar para fora tudo aquilo que nos incomoda.

902545_friends_and_familyProcure se apoiar em todas as amigas que puder para superar cada uma das fazes pós relacionamento. Elas saberão te ouvir e também te dar bronca quando alguma ideia boba passar pela sua cabeça. Elas estarão lá para você caso você queira chorar ou apenas sair para desanuviar a mente. Conte com estas irmãs de coração.

Aos poucos, devagar, os momentos de tristeza ficarão mais escassos, até que quando você se der conta já partiu para outra. Estará fazendo coisas que gosta, resgatando saídas com amigas que você costumava fazer na solteirice, fazendo aqueles programas culturais que tanto curtia, mas que ele nem tanto e por isso você nunca mais os fez.

Quando tiver retomado as rédeas da sua vida – o que irá fazer mais cedo ou mais tarde – você sentirá um prazer tão grande de te-las nas mãos que, ao se apaixonar novamente (sim, você irá se apaixonar novamente) estará mais forte e mais sábia para discernir o que é melhor para você.

Infelizmente, não existe um remédio instantâneo que nos faça parar de sofrer. O único remédio é o tempo, que vai delicadamente acariciando nossos corações e apagando as mágoas, até que elas se tornem apenas pequenas e quase imperceptíveis marcas em nossos corações.

Estas marcas não somem completamente para que possamos lembrar do que é bom e o que não é bom para nossa saúde emocional. São pequenas lições ali guardadas, como um sistema de autodefesa. E ainda assim, apesar delas, o sol volta a brilhar em nossas vidas e voltamos a sorrir com o coração mais leve e cheio de esperanças.

A vida é linda, e as oportunidades são muitas. Temos muito o que fazer, muito o que descobrir e amar e perder fazem parte do ciclo da vida, do nosso crescimento. E quanto mais crescemos, mais aprendemos com a vida a importância de amar, em primeiro lugar, a nós mesmas. Para só então permitir que outro ser ocupe espaço em nossas vidas.

Muita força! E lembre-se, você voltará a sorrir. ;)

1030970_on_the_beach

amelie_poulain

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

amelie_poulain

Le Fabuleux destin d’Amélie Poulain (2001)

Já assistiram a este filme? Sim, ele é antigo, mas ainda assim é um dos filmes mais atemporais que conheço. Atemporal pois conta a historia de uma garota (quase) comum, que sonha em levar uma vida simples, trabalhando como garçonete em uma cafeteria de Paris, onde tem seus amigos. Até ai tudo bem, nada demais.

Acontece que em uma determinada data ela descobre um pequeno tesouro em seu apartamento, uma caixinha com pequenos brinquedos e lembranças de um menino que teria vivido naquele apartamento anos antes dela. Ela decide procurar pelo dono daquela caixinha e devolve-la. Caso o dono se emocionasse, então ela passaria a ajudar as pessoas a seu redor a viverem um pouco melhor, caso contrario, ficaria tudo igual.

Os personagens do filme são cativantes, cada um com suas peculiaridades. A começar pela própria Amélie, uma jovem tímida e e doce, amante dos simples prazeres da vida,  que com seu jeitinho meigo começa a melhorar a vida das pessoas ao seu redor com gestos, na maioria das vezes simples e alguns ligeiramente mais elaborados. Tudo com uma graciosidade imensa, gestos provenientes da pura bondade de seu coração.

Coisa rara neste mundo. Praticamente impossível encontrar alguém que seja tao desinteressado, tao bom. A maioria das pessoas só se oferecem para ajudar as outras quando estas pedem, ou com intuito de receber algum tipo de recompensa. Sim, interesses fazem o mundo girar, a economia se desenvolver, mas e o nosso intimo, como fica?

Sera que não estamos contaminados demais por uma sociedade consumista e individualista? Seria tao bom se as pessoas redescobrissem os mais simples prazeres da vida, como sentir o sol tocar na pela pela manha e sorrir. Aproveitar aquele ínfimo momento que passa sem que percebamos. Coisas simples que estão no nosso alcance todos os dias.

E que tal tentar transformar o dia de alguem próximo a você? Sem interesses. Com um simples gesto de bondade. Um sorriso e um desejo sincero de bom dia é apenas uma das infinitas possibilidades de se fazer o bem desinteressadamente.

Eu recomendo muito o filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Pois ele nos da a oportunidade de nos sentirmos melhores só de assisti-lo. Nos mostra as infinitas possibilidades de sermos felizes e fazermos felizes com as mais simples coisas da vida. Além de ter uma belíssima e poética fotografia.

Porque afinal de contas, o que realmente importa são aqueles momentos especiais do dia a dia, que não precisam nem de dinheiro, nem roupas caras, nem joias, nem nada. Apenas respirar e sentir.

cristo1

No Corcovado, quem abre os braços…

Acho que a maioria de vocês já sabe que deixei a terra da pizza e voltei para o Brasil, mais especificamente para a Cidade Maravilhosa. Passar dois anos e meio (quase 3) la fora foi bom sob alguns aspectos, mas como já diria Judy Garland ( a mãe da Lisa Cachaceira Minelli) em O Magico de Oz, “Nada melhor como o nosso lar”.

Principalmente quando se volta pra casa bem acompanhada pelo homem que amo, reencontro minha família, meus amigos, e revejo essa cidade linda. Cidade que continua Maravilhosa, ainda que abalada pelo problema da dengue e da violência que todos nos já conhecemos, mas não pretendo entrar nesse mérito.

Nesses quase dois meses muita coisa já aconteceu. Já re-visitei, acompanhada pelo meu noivo, alguns dos mais importantes pontos turísticos do Rio de Janeiro, me maravilhando de rever tanta beleza apesar dos pesares. Sim, o Rio de Janeiro continua lindo.

Um dos momentos mais bacanas porém, foi ir dar um oi pro Redentor. Subimos o Corcovado com uma van turística, que primeiro nos levou até o mirante Dona Marta, de onde é possível ver toda a cidade. Existe também a opção do trem do corcovado que parte de uma estacão que fica no Cosme Velho e segue pela estrada de ferro do corcovado fundada por D. Pedro II em 1884. Seguir por este caminho também é uma boa. Com ele se faz um passeio ecológico, pois a estradinha de ferro corta a maior floresta urbana do mundo, a Floresta da Tijuca. A única desvantagem, que nos fez decidir pela van, é que o tremzinho não para nos mirantes para que se possa admirar a cidade de ângulos diferentes.


Pão de Açúcar visto do mirante Dona Marta

O dia tava meio nublado infelizmente, mas isso não diminuiu nossa admiraçao ao olhar esta vista. Saindo da li fomos levados até os pés do Cristo Redentor, onde era preciso pagar 13 reais de ingresso, para que uma outra van nos levasse mais acima, ou seja, até os elevadores e escadas (rolantes ou não) usados para chegar efetivamente ao Cristo.

Chegando la, estávamos literalmente dentro de uma nuvem. Estava tao encoberto, que mal se conseguia ver o rostinho Dele (pra ser sincera, não dava pra ver nada):


Cristo Redentor escondido pelas nuvens

Mas porque o Cara é muito bacana com a gente, ele mostrou seu rosto por alguns segundos. Segundos estes recebidos por muita comoção pelo publico que estava ali para vê-lo, por mim e pelo noivo da ruiva que vos fala.


Ele é ou não é o Cara?

O que posso dizer? Eu só tinha muito o que agradecer mesmo, afinal Ele nunca me deixou na mão. E não nos deixou na mão, nem quando quisemos ver o rosto dele. Não quero parecer uma daquelas carolas, ratas de igreja (nada contra). Ou uma daquelas pessoas que ficam dando sermoes e tentando converter os outros. Respeito a tudo e a todos, religião, gosto, raça, cor, time de futebol, opção sexual, status social e afins. Nada disso tem importância. Tudo isso é besteira. O que vem primeiro é o sentimento que faz a humanidade caminhar (mesmo que aos trancos e barrancos por nossa própria culpa), o amor Dele por nos. Senão não estaríamos aqui hoje. E nem conseguiríamos nos levantar cada vez que a vida nos desse uma rasteira. Temos mais é que agradecer por estarmos vivos. E esse cara ai, sabe do que to falando:


Mendigo rezando aos pés do Cristo Redentor

……….
P.s.1: Este post foi meio diferente das tosqueiras habituais, eu sei. Mas esperam que tenham gostado. Continuaremos em breve com a nossa programação normal.

P.s.2: Ah já ia esquecendo! No corcovado quem abriu os braços não fui eu! Mas sim um monte de turista que adora um clichêzinho. Cadê a criatividade, minha gente???

  • Moda: Camouflage

  • Parceiros