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	<title>Silent Devotion &#187; Feelings</title>
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		<title>Amores Platônicos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feelings]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive filosofando sobre amores platônicos lá pelo twitter. Não sei, cheguei no Rio pensando no assunto. O que você entende por amor platônico? Li diferentes opiniões e percebi que o amor platônico pode ter muitas facetas. Pode ser do mais bonito ao mais obsessivo&#8230; do mais fantasioso ao mais sofrido. Trecho do texto do site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://weheartit.com/entry/2993362"><img class="size-medium wp-image-1108 " title="love_me" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2010/07/love_me-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Estive filosofando sobre amores platônicos lá pelo twitter. Não sei, cheguei no Rio pensando no assunto.</p>
<p>O que você entende por amor platônico? Li diferentes opiniões e percebi que o amor platônico pode ter muitas facetas. Pode ser do mais bonito ao mais obsessivo&#8230; do mais fantasioso ao mais sofrido.</p>
<p>Trecho do texto do site Wikipédia, sobre a definição do amor platônico:</p>
<blockquote>
<div id="_mcePaste"><em>Amor platônico, na acepção vulgar, é toda a relação afetuosa em que se abstrai o elemento sexual, idealizada, por elementos de gêneros diferentes &#8211; como num caso de amizade pura, entre duas pessoas.</em></div>
<div id="_mcePaste"><em>Esta definição, contudo, difere da concepção mesma do amor ideal de Platão, o filósofo grego da Antigüidade, que concebera o Amor como algo essencialmente puro e desprovido de paixões, ao passo em que estas são essencialmente cegas, materiais, efêmeras e falsas. O Amor, no ideal platônico, não se fundamenta num interesse (mesmo o sexual), mas na virtude.</em></div>
<div id="_mcePaste"><em>O termo Amor platonicus foi pela primeira vez utilizado no século XV, pelo filósofo neoplatônico florentino Marsilio Ficino, como um sinônimo de amor socrático. Ambas as expressões significam um <strong>amor centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa,</strong> em vez de em seus atributos físicos.(&#8230;)</em></div>
<div id="_mcePaste"><em>A expressão ganhou nova acepção com a publicação da obra de Sir William Davenant, &#8220;Platonic Lovers&#8221; (&#8220;Amantes platônicos&#8221; &#8211; 1636), onde o poeta inglês baseia-se na concepção de amor contida no Simpósio de Platão, do amor como sendo a raiz de todas as virtudes e da verdade.</em></div>
<div id="_mcePaste"><em><strong>O amor platônico passou a ser entendido como um amor à distância, que não se aproxima, não toca, não envolve. Reveste-se de fantasias e de idealização. O objeto do amor é o ser perfeito, detentor de todas as boas qualidades e sem máculas. Parece que o amor platônico distancia-se da realidade e, como foge do real, mistura-se com o mundo do sonho e da fantasia.</strong></em></div>
<div id="_mcePaste"><em>Ocorre de maneira freqüente na adolescência e em adultos jovens, principalmente nos indivíduos mais tímidos, introvertidos, que sentem uma maior dificuldade de aproximar-se do objeto de amor, por insegurança, imaturidade ou inibição do ponto de vista emocional.</em></div>
</blockquote>
<p>Você já se apaixonou assim? Platônicamente, não apenas pelos atributos físicos da pessoa &#8211; que ficam em segundo plano &#8211; mas principalmente pelas qualidades desse alguém. Pois, você acredita que, de alguma maneira, este alguém é especial e tem tudo aquilo digno de sua admiração. Já se sentiu assim?</p>
<p>O que eu gostaria de saber é: como as pessoas lidam com este tipo de relacionamento?<br />
Do que já observei, muitos preferem ficar no mundo da fantasia, pois é gostoso imaginar momentos ao lado do objeto de nosso amor e admiração, e a timidez impede uma aproximação real. Mais do que isso, o medo de rejeição é tão forte, que o ser apaixonado se paralisa diante de tal possibilidade.<br />
Afinal a dor da rejeição é forte demais, que o apaixonado jamais poderia suportar.</p>
<p>Mas existem outros fatores que impedem a pessoa ir adiante. Pode ser que o objeto de admiração tenha algum impedimento como distância, estar focado apenas no trabalho, ou até mesmo ter namorada(o), esposa, marido, filhos, se lá o que mais &#8211; mais ou menos como os personagens Guilherme e Mariana de Escrito nas Estrelas.<br />
Não sou a favor de traições. Nunca, em hipótese nenhuma. E é isso que gosto nesse caso da novela. Ele, tem um casamento completamente infeliz com uma mulher fria e manipuladora, mas, mesmo estando apaixonado por Mariana somente disse isso à ela (que até então vivia um amor platônico mesmo, sem menor possibilidade de se concretizar) quando finalmente comunicou à esposa que estavam se separando. Claro que, se fosse comigo, iria preferir que o cara não fosse casado, não tivesse filhos e se fosse o caso, que aparecesse na minha vida apenas devidamente separado. Pois não deve ser nada fácil esta situação.</p>
<p>A situação acima que me inspirou a escrever sobre este tema. Pois, por mais que seja uma situação difícil, me emociona sempre ver que duas pessoas que se amam verdadeiramente acabam ficando juntas. Afinal, quem nunca teve um amor platônico, seja lá por qual motivo for, e desejou imensamente concretizá-lo sem nunca poder?<br />
Muito comum na adolescência, não é? Mas por mais que amadureçamos, pode ocorrer na vida adulta também.  E quando nos apaixonamos, todos, sem exceção, nos tornamos adolescentes novamente.</p>
<p>Confusão de sentimentos, bons e ruins, que podem tirar qualquer um do sério, ou deixar nas nuvens sem enxergar mais nada. Fica difícil até se concentrar no trabalho, não é? E como já somos adultos, morremos de vergonha desta condição quase que patológica.</p>
<p>Tá apaixonado assim? Não é vergonha nenhuma, não! Mas, se possível, se seu caso for apenas uma timidez, um medo de rejeição, encare esses medos e vá à luta. Amor platônico é bom, mas concretizar é melhor ainda (pelo menos acredito que sim). Afinal, todo mundo deseja um cobertor de orelha para aquelas noites frias e um companheiro pra toda a vida.</p>
<p>Todos queremos e merecemos ser amados. É o que eu acredito.<br />
Vá à luta!</p>
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		<title>Me reservo o direito&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 02:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feelings]]></category>
		<category><![CDATA[Pretensões Poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Saudade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[De amar, mesmo sem ser amada. De sonhar mesmo sabendo que é inútil (mas que me dá um pouco de alegria). De cometer burradas e me arrepender, mesmo sabendo não poder voltar atrás (quem dera ter uma Delorean, nestes momentos!) De desejar que as coisas sejam diferentes, por mais impossível que seja. De sentir falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-998" title="1123302_broken_heart___" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2010/03/1123302_broken_heart___.jpg" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p>De amar, mesmo sem ser amada.<br />
De sonhar mesmo sabendo que é inútil (mas que me dá um pouco de alegria).<br />
De cometer burradas e me arrepender, mesmo sabendo não poder voltar atrás (quem dera ter uma Delorean, nestes momentos!)<br />
De desejar que as coisas sejam diferentes, por mais impossível que seja.<br />
De sentir falta de quem afastei de mim por saber que não era correspondida &#8211; pura necessidade de me proteger. (ou covardia!!)<br />
De sentir saudades daqueles beijos, daqueles abraços, daqueles momentos que passaram tão rapidamente.<br />
E de assim, eternizar-te em meu orgulhoso coração.</p>
<p>Me reservo o direito de chorar de saudade.<br />
De, às vezes, sentir pena de mim mesma, mesmo sabendo que a culpa foi toda minha.<br />
De desejar estar nos teus braços mais uma vez, tendo consciência de que nunca acontecerá.<br />
De querer tanto, desesperadamente, ser amada, apesar dos meus erros e defeitos.<br />
De imaginar &#8211; sabendo que é só uma fantasia tola &#8211; que sentes minha falta também.<br />
De colocar meu coração em uma bandeja, dilascera-lo, expô-lo, ainda sabendo o quão patético isso soa.<br />
De sentir, inútil e patéticamente, a falta de alguém que não me deseja por perto.<br />
De ter esperanças tolas, apesar de tudo.</p>
<p>Mas com esperanças sinceras em meu coração de que tudo isso passará um dia, seguindo sempre em frente, pois a vida continua and the show must go on.</p>
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		<title>Simplesmente amor</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 15:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feelings]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho aprendido bastante sobre o amor nos últimos tempos. Não falo somente do amor carnal, da paixão, mas o amor como um todo, amor entre irmãos, família, amigos, enfim, amor universal &#8211; se é que podemos chamar assim. Assisti a algumas palestras que falavam sobre o tema e conversei com algumas pessoas (como @lilianeferrari , [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-988" title="1260792_the_rose" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2010/03/1260792_the_rose.jpg" alt="" width="199" height="300" /></p>
<p>Tenho aprendido bastante sobre o amor nos últimos tempos. Não falo somente do amor carnal, da paixão, mas o amor como um todo, amor entre irmãos, família, amigos, enfim, amor universal &#8211; se é que podemos chamar assim.</p>
<p>Assisti a algumas palestras que falavam sobre o tema e conversei com algumas pessoas (como @<a href="http://lilianeferrari.com/" target="_blank">lilianeferrari</a> , @<a href="http://www.samshiraishi.com/" target="_blank">samegui</a> e @<a href="http://penachi.blogspot.com/" target="_blank">penachiando</a>.), e algumas considerações importantes foram levantadas.</p>
<p>Primeiro, aquela história de &#8220;Amar ao próximo como a si mesmo&#8221;, é muito mais complexa do que se costuma observar. A maioria das pessoas vê a frase acima como um mandamento de Jesus Cristo, como algo a ser seguido, como símbolo de caridade. O que não é errado, mas se você parar pra pensar, antes de amar ao próximo, você precisa amar a <strong>si mesmo</strong>.</p>
<p>Aí eu pergunto: é fácil amar a si mesmo? Quem de nós se ama e se aceita verdadeiramente?<br />
Amar a si mesmo é reconhecer os próprios defeitos e aceitá-los, procurando sempre se tornar uma pessoa melhor &#8211; acredite, sempre podemos melhorar, estamos aqui para aprender todos os dias &#8211; e não simplesmente se achar o máximo e jogar pra debaixo do tapete o que não serve.</p>
<p>Somente nos amando de fato &#8211; o que não é nada fácil &#8211; podemos considerar amar outra pessoa. Porque, imagine que, se você não tem amor suficiente nem para si mesmo, o que acontece se você doar o pouco que tem para outra pessoa? Você fica vazio, certo?</p>
<p>Amor não é puramente um sentimento bonitinho. É uma energia exremamente positiva e dinâmica. Através dessa energia as coisas acontecem, a vida acontece.</p>
<p>Se você não tem amor pelo seu trabalho, você vai efetivamente fazer um bom trabalho? Ou simplesmente empurra com a barriga?</p>
<p>O tema é bastante complexo, mas porque nós mesmos temos a tendência a complicar as coisas.</p>
<p>O amor, em si é simples. Ele simplesmente acontece. Ele não cobra, não exige nada em retorno.  Erramos quando queremos desesperadamente que o objeto de nosso amor corresponda às nossas expectativas e aí sofremos.  Perceba, que sofremos não pelo outro (por mais que coloquemos a culpa nele) mas por nós mesmos, por causa das expectativas que <strong>nós</strong> mesmos criamos.</p>
<p>Uma das coisas mais difíceis da vida é conseguir amar incondicionalmente. Todos queremos algo em troca. Porque no fundo julgamos triste amar sem ser amado. Mas não é.</p>
<p>Amar incondicionalmente requer um grande despreendimento. E é necessário se amar primeiramente. Amor não se impõe, não se exige. Amor é troca voluntária, espontânea. Então, de nada adianta sofrer se alguém não nos ama.</p>
<p>Ninguém pode dar mais do que tem a oferecer, portanto é uma sua escolha aceitar o fato e viver com serenidade e a certeza de que está dando o melhor de si, ou você pode escolher viver armagurando porque alguém não corresponde seus sentimentos.</p>
<p>Amar não é fácil, ainda que básico. O amor de fato acontece sempre &#8220;apesar de&#8221;. Pois apesar de todos os defeitos dos entes queridos você ainda os ama e só deseja o melhor pra eles. às vezes você tem uma pessoa ao seu lado (namorado, marido, companheiro, o que for) que te enlouquece com suas manias, mas ainda assim você não quer ficar longe desta pessoa.</p>
<p>São desdobramentos do amor: respeito, tolerância, admiração, carinho, companheirismo, amizade e assim por diante.</p>
<p><strong>Paixão não é amor.</strong></p>
<p>Somos seres confusos e perdidos. Fazemos joguinhos tolos diariamente por orgulho, egoísmo, varidade,  fraqueza, medo de ser julgado, medo de rejeição. Somos nós que complicamos tudo, quando simplesmente deveriamos amar e viver.</p>
<p>O assunto rendeu no blog da Sam também (<a href="http://www.samshiraishi.com/filosofando-sobre-o-amor/" target="_blank">A Vida como a Vida Quer</a>). Dá uma passadinha lá. <img src='http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong><em>&#8220;Nothing really matters, love is all we need. Everything I give you, all comes back to me&#8221; </em></strong></p>
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		<title>Sobre o medo</title>
		<link>http://silentdevotion.cyncardoso.net/2009/11/05/sobre-o-medo/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 15:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feelings]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Do que você tem medo? Eu tenho medo de varias coisas. Desenvolvi meus medos durante a vida, com as experiências que tive. Acredito que com todo mundo seja assim. Quando crianças são poucas as coisas que tememos se pararmos para pensar. Até porque, na mais tenra idade, basta um colo de mãe, ou um abraço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-930" title="257139_suicide_files_4" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2009/11/257139_suicide_files_4.jpg" alt="257139_suicide_files_4" width="195" height="300" /></p>
<p>Do que você tem medo?</p>
<p>Eu tenho medo de varias coisas. Desenvolvi meus medos durante a vida, com as experiências que tive. Acredito que com todo mundo seja assim. Quando crianças são poucas as coisas que tememos se pararmos para pensar. Até porque, na mais tenra idade, basta um colo de mãe, ou um abraço do pai, que tudo passa.</p>
<p>Aí passamos a conhecer a vida, os perigos dela, passamos a temer acidentes e etc. Mas os maiores medos, ao meu ver, são aqueles que ferem a alma. Medo de perder alguém que se ama, medo da solidão, medo de se ferir emocionalmente a tal ponto que a dor se torna física. Relacionamentos fracassados podem levar você a ter medo de se comprometer. E seu coração se fecha, a amargura vem.</p>
<p>Mas estas são fases. Nada mais natural querer se proteger depois de se ferir. Nada mais natural que criar barreiras e mecanismos de defesa para se preservar.</p>
<p>Por outro lado, barreiras muito rígidas podem fazer sofrer também. Medo aprisiona. Medo não nos torna nem mais fortes e nem mais fracos. Apenas reclusos. E, se, algo de bom na vida bate à sua porta, te convocando para viver, seu coração fica louco para soltar estas amarras e ser livre novamente, mas sua cabeça tende a apertar ainda mais estes grilhões.</p>
<p>Ninguém quer sofrer. Queremos todos ser felizes. Tudo muda todos os dias e em algum momento a amargura e o medo serão amenizados. E um dia, no momento certo, aquelas barreiras serão dissolvidas e talvez você possa vir a se entregar de corpo e alma a alguém que verdadeiramente cuidará em de você e que não te fará sofrer.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amizade à distância é possível?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 17:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Feelings]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que todos da minha geração já se fizeram este questionamento. Eu lembro quando em 1996 mais ou menos, usei pela primeira vez o mirc. Fiquei impressionada como era possível conversar com pessoas de vários lugares do Brasíl, lugares que jamais passaria pela minha cabeça visitar. Mas aceitei tudo com naturalidade, como toda aquela geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-916 alignnone" title="1049879_the_earth_1" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2009/10/1049879_the_earth_1.jpg" alt="1049879_the_earth_1" width="200" height="300" /></p>
<p>Acho que todos da minha geração já se fizeram este questionamento. Eu lembro quando em 1996 mais ou menos, usei pela primeira vez o mirc. Fiquei impressionada como era possível conversar com pessoas de vários lugares do Brasíl, lugares que jamais passaria pela minha cabeça visitar. Mas aceitei tudo com naturalidade, como toda aquela geração de adolescentes que achou aquelas novidades algo muito bacana.</p>
<p>Depois veio o icq e a descoberta de que era possível falar com pessoas de todo o mundo. Mensagens instantâneas e o costume de se corresponder por cartas estava acabando. Lembro que antes de tudo isso, aos 13 anos, cheguei a participar de um programa de troca de correspondências do meu curso de inglês que se chamava algo tipo &#8220;paper pal&#8221;. Com estas novas maneiras de se comunicar, acredito que nem exista mais. E rapidamente a coisa toda foi evoluindo até chegar no que é hoje, falamos com pessoas de todo o mundo, o tempo todo, fazemos parte de redes sociais, estamos sempre conectados, e cada vez conhecendo mais e mais pessoas.</p>
<p>Neste infinito mar de trocas de informações, será que ainda é possível de aprofundar em algum tipo de relacionamento? Se ligar de maneira menos fria e mais emocional através de uma tela fria de computador?<br />
Glória Perez já havia cantado esta pedra naquela novela Explode Coração como devem se lembrar. Mas aquilo era novela. E você, na sua vida real, de mero mortal, quantos amigos &#8220;virtuais&#8221; tem?</p>
<p>Claro que muitos tem uma enorme dificuldade de confiar neste tipo de relacionamento. Pois a tela de certa maneira nos protege, e é preciso ter cuidado com o que está do outro lado. Nunca se sabe. A internet te dá a possibilidade de se esconder e de criar o personagem que bem entender. Mas por outro lado, existem pessoas que estão fisicamente do seu lado e usam máscaras. E de repente você descobre que não conhece esta pessoa de fato. Ela te magoa e mostra que no fundo não tem o menor respeito e consideração por você.</p>
<p>De minha parte, posso dizer que já fiz amigos incríveis na rede. E outros nem tanto.<br />
Por exemplo, uma amiga muito querida minha, que é quase uma irmã para mim, eu conheci em um fórum do Iron Maiden. O que a princípio nos unia, apesar da distância era esse interesse em comum. Aí fomos conversando e descobrimos que, inclusive apesar da diferença de idade, somos parecidas em muitas coisas e com isso a amizade foi se desenrolando. Por duas vezes ela foi me visitar quando mais precisei de um ombro amigo, e assim nossa amizade se estende por anos, sabendo que mesmo não estando presente fisicamente podemos contar uma com a outra. Pois seja como for, conseguimos nos fazer presentes e nos preocupamos de fato uma com a outra.</p>
<p>Isso se chama empatia. Quando dois seres compartilham do mesmo modo de ver a vida, dos mesmos ideais, dos mesmos valores.</p>
<p>Já conheci gente que se dizia minha amiga, mas que vim a descobrir que estava apenas se aproveitando da minha boa vontade. Não só na internet como na vida &#8220;não virtual&#8221;. Entendem onde quero chegar?<br />
Não é porque é a &#8220;famigerada internet&#8221; que é mais difícil ou fácil de fazer ou manter uma amizade, e sim porque pessoas quando são mascaradas, assim o são dentro e fora da rede.</p>
<p>Considero, que todas essas ferramentes que dispomos hoje para relações sociais facilitam em muito o contato com pessoas de todos os tipos. Interessantes ou não, verdadeiras ou falsas, interesseiras ou simplesmente abertas à novas amizades.</p>
<p>E sobre apaixonar-se? Muita gente se apaixona por este meio. É claro, que sem ter um primeiro contato frente a frente com a pessoa, a imaginação pode tomar conta e se cria toda uma fantasia sobre aquele ser maravilhoso que conversa contigo tão freqüentemente. Mas veja bem, será que se o tivesse conhecido em outras circunstâncias não fantasiaria da mesma forma?</p>
<p>Eu acredito que sim. Pois no fundo somos todos seres que precisam de magia no dia-a-dia, por mais que alguém afirme que não. Todos, sem exceção, queremos ser felizes &#8211; isto sem contar que nós mulheres crescemos ouvindo contos de fadas, e todas queremos encontrar o tal príncipe encantado.</p>
<p>Mas numa boa, príncipe encantado não existe. Somos humanos e erramos todos. O ideal é conseguir encontrar alguém que se pareça com você, alguém com quem conversar, alguém que te desperte boas sensações, que te ponha um sorriso no rosto, que te faça sentir borboletas voando em seu estômago. Se tiver alguém que te faça sentir assim todos os dias, sinta-se um felizardo. Pois se tiver isto logo de cara, o resto todo é consequência.</p>
<p>Ninguém pode afirmar que duas pessoas ficarão juntas para sempre. É difícil saber. Pois tem pessoas que se apaixonam, se jogam no relacionamento com tudo e quando o efeito da paixão passa não conseguem transformar o sentimento em amor. Porque falta amizade. Amizade é a base do amor. Tendo amizade, as coisas evoluem de maneira tranquila, e assim as borboletas têm mais chances de viver mais tempo batendo asas em seu estômago. Mas para isso é importante não se acomodar no relacionamento. Fazer surpresas, pequenas viagens românticas juntos e assim por diante&#8230; &#8211; mas isto é assunto para outro artigo.</p>
<p>O que quero dizer é: sim, é possível se manter uma amizade à distância e a internet é uma ferramenta que facilita o contato. É preciso ter cuidado e usar de muita sinceridade nas suas atitudes para poder cobrar sinceridade de seu interlocutor também. Mas, veja bem, sinceridade não é entregar sua vida (como endereço, cpf, telefone, conta bancária, número do cartão de crédito e senha) para a primeira pessoa que aparecer, e sim, ser honesto e jamais brincar com os sentimentos de ninguém.</p>
<p>Compreendem que, se olhar bem, tudo o que disse serve para a vida não virtual também? Isto porque, empatia e sintonia, não são coisas palpáveis, físicas. São como bons sentimentos. Sabemos que existem. Sentimos. Os vivemos. Mas não podemos vê-los, nem tocá-los.</p>
<p>verdade é que a proximidade não se conquista apenas geograficamente &#8211; muitos de nós somos de natureza nômade &#8211; mas se conseguirmos tocar o coração de alguém, não tem tempo e nem distância que separe.</p>
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		<title>Ray-Ban Aviator, uma paixão</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 17:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu pai foi um daqueles militares super disciplinados, o que fez com que eu tivesse uma educação bastante rígida, graças a Deus. Digo isto, pois graças à educação que recebi, fui (e sou) capaz de enfrentar as mais difíceis situações da vida e acredito saber me portar nas mais diversas delas. Mas uma das coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 341px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3512/3839739489_03323705db.jpg" alt="" width="331" height="248" /><p class="wp-caption-text">My Ray-Bans</p></div>
<p>Meu pai foi um daqueles militares super disciplinados, o que fez com que eu tivesse uma educação bastante rígida, graças a Deus. Digo isto, pois graças à educação que recebi, fui (e sou) capaz de enfrentar as mais difíceis situações da vida e acredito saber me portar nas mais diversas delas.</p>
<p>Mas uma das coisas que eu admirava em meu pai todo fardado era um acessório que ele sempre usava mesmo à paisana: os seus Ray-Ban Aviator. Admirava tanto que um dia ele me deixou prova-los e eu me apaixonei perdidamente por aquele par de óculos escuros.</p>
<p>Anos mais tarde, já adulta, meu pai me deu um do seus antigos ray-ban ao comprar um novo para si e a partir dai passei a ir a todos os lugares com eles. Alias, achava o máximo dirigir usando aqueles óculos. Sabe dessas pequenas heranças que recebemos, que para os outros podem não valer nada mas que para nos vale mais do que todo o dinheiro do mundo? Pois é.</p>
<p>Papai era um desses caras extremamente cultos, sabia tudo sobre historia e geopolítica e era um prazer pra mim ficar horas a fio conversando sobre esses assuntos. Seus assuntos preferidos eram guerras e aviação e não faltavam filmes sobre estes assuntos em nossa casa. E o que o Ray-Ban Aviator tem a ver com isso? Absolutamente tudo, vejam:</p>
<p>O modelo foi criado na década de 20, quando a indústria de aviação crescia rapidamente e os países ricos investiam maciçamente no desenvolvimento de aviões para fins militares. As aeronaves eram cada vez mais modernas para a época, mas os pilotos sofriam com a intensa claridade acima das nuvens, que ofuscava os seus olhos e se tornava um problema grave no momento da pilotagem.</p>
<p>Devido a este fato que a Força Aérea dos Estados Unidos pediu para a <strong>Bausch &amp; Lomb</strong> (primeira empresa óptica americana fundada em 1849 por J.J. Bausch e H. Lomb) produzir uma proteção ocular para os seus pilotos de caça, que enfrentavam sérios problemas de visibilidade em virtude dos raios UV.</p>
<p>Depois de dez anos de pesquisas, inspirados nas primeiras máscaras criadas para pilotos de avião no início do século passado, são lançados os óculos Anti-Glare Aviator com lentes verdes de cristal especial, que refletiam e bloqueavam um alto porcentual da luz visível e também os raios ultra-violeta e infra vermelho. Eles passaram a fazer parte dos acessórios militares. Somente em 1937 a novidade ganhou o nome de RAY-BAN e começou a ser comercializada em sua versão civil, batizada de Ray-Ban Aviator, com lentes verde-escuras e armação dourada. Os óculos foram batizados com esse nome pois reduziam a incidência de raios UV nos olhos, ou seja, baniam os raios (em inglês Ray-Banner)*</p>
<p>Nem preciso dizer que, ao saber destes detalhes, o óculos teve mais valor sentimental ainda para mim, devido às coisas que cresci vendo, ouvindo e aprendendo. Recentemente fiquei sem meus óculos, que quebraram de forma que não dava mais para usar. Então os guardei e deixei conservadinho, e passei um bom tempo sem usar qualquer outro. Recentemente adquiri um novo, lindo. O modelo clássico de armação dourada e lentes verdes, um deleite para os olhos.</p>
<p><em>*Fonte: <a href="http://mundodasmarcas.blogspot.com/"><strong>Mundo das Marcas</strong></a> traz um <a href="http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/rayban-o-genuno.html">post super interessante e completo</a> sobre os </em>ó<em>culos de sol que s</em>ã<em>o uma paix</em>ã<em>o para mim.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dia das mães deveria ser todos os dias</title>
		<link>http://silentdevotion.cyncardoso.net/2009/05/09/dia-das-maes-e-todos-os-dias/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 02:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Feelings]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava querendo prestar uma homenagem ao dia das mães, mas confesso que estava sem inspiração. Na minha opinião, as mães deveriam ser festejadas todos os dias, pois o trabalho delas para conosco não tem fim. Elas estão presentes em nossas vidas, todos os dias, incentivando, ensinando, nos amando incondicionalmente e sem nunca deixar de se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava querendo prestar uma homenagem ao dia das mães, mas confesso que estava sem inspiração. Na minha opinião, as mães deveriam ser festejadas todos os dias, pois o trabalho delas para conosco não tem fim. Elas estão presentes em nossas vidas, todos os dias, incentivando, ensinando, nos amando incondicionalmente e sem nunca deixar de se preocupar.</p>
<p>Minha mãe é uma daquelas mulheres super modernas e batalhadoras, que me criou pra ser independente e ter uma carreira. Ela nunca deixou de trabalhar fora, e até mesmo viajar à trabalho, e, mesmo quando eu era apenas uma menina que chorava de saudade e não queria ver a mãe partir, eu sentia orgulho e sempre quis ser como ela quando crescesse.</p>
<p>Não importa se nos desentendemos, se ela me cobra, se rimos juntas, se choramos juntas. Minha mãe é um dos meus alicerces (meu pai era o outro) e em quem sempre me inspirei para ser melhor. Sabe aquela voz na consciência dizendo pra nunca nos contentarmos com pouco? Pois é, a minha é minha mãe. Posso até me irritar com isso às vezes, pois ela, mãe taurina, tem aquele jeito agitado e quer sempre tudo para ontem, e às vezes em sua incomensurável agitação esquece que cada um tem seu ritmo. Foi com ela com quem aprendi que eu também tenho meu ritmo, geralmente mais lento do que o dela.</p>
<p>Hoje assisti a um dos comerciais da Marisa sobre o dia das mães. De todos os que assisti, este sem dúvidas foi o mais bacana. No bate-papo entre Carolina Dieckmann, Taís Araújo e Giovanna Antoneli, Taís fala uma coisa que concordei plenamente. Dia das mães é todos os dias sim, mas o bacana de se parar para comemorar um dia é a quebra de rotina que isso traz. A festa, a alegria, proporcionar momentos especiais à nossa mãe é importante sim.</p>
<p>Sem aqueles sentimentalismos que vimos nos demais comerciais, os comerciais da Marisa me pareceram muito mais sinceros e bacanas que qualquer outro. Acho importante sim comemorar o dia das mães, só que deveríamos comemorar e fazer nossa mãe se sentir especial mais vezes ao ano. Sem hipocrisias e consumismos, apenas gestos vindos do coração, de um filho que sabe o quanto sua mãe se dedicou para que ele crescesse bem, feliz, e saudável. Um filho que sabe que sua mãe chorou junto com ele quando ele sofreu, que riu e festejou com ele suas pequenas e grandes vitórias.</p>
<p>E não importa o que aconteça, ela vai estar sempre ao seu lado te apoiando, incentivando ou até mesmo te  cobrando, para que você seja cada vez mais feliz e realizado. E no fundo no fundo, você nunca vai deixar de ser aquele bebê que coube em seu colo um dia, aquele bebê quem ela jurou proteger e por sua felicidade daria até a própria vida.</p>
<p>Infelizmente não encontrei o vídeo deste comercial no You Tube, encontrei apenas o que a Dieckmann conta sobre o incêndio. Quando encontrar este do qual estou falando, dou um update no post e coloco ele aqui. Por enquanto assistam o do incêndio:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/01TtEa5-EMc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/01TtEa5-EMc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Um feliz dia das mães para todas essas guerreiras lindas extremamente fortes, que são ao mesmo tempo símbolo do amor mais puro e mais bonito que existe.<br />
E um beijo especial para a minha mãe, é claro <img src='http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quando aprendemos a perdoar</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 13:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Feelings]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Errar é humano, perdoar é divino.&#8221; Máxima conhecida por todos, utilizada como desculpa por muitos e praticada verdadeiramente por poucos. O fato é que estamos cada vez mais individualistas, mais do que isto, egoístas. O mal do século. Nos utilizamos da correria do dia-a-dia e a defesa de nossos interesses para atropelarmos a boa educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-271 aligncenter" title="1088777_flower_petals_3" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/11/1088777_flower_petals_3.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>&#8220;Errar é humano, perdoar é divino.&#8221; Máxima conhecida por todos, utilizada como desculpa por muitos e praticada verdadeiramente por poucos.</p>
<p>O fato é que estamos cada vez mais individualistas, mais do que isto, egoístas. O mal do século. Nos utilizamos da correria do dia-a-dia e a defesa de nossos interesses para atropelarmos a boa educação tao bem ensinada por nossos pais, atropelarmos sentimentos nossos e de nossos semelhantes, para abusar da boa vontade alheia.</p>
<p>Boa vontade esta,  que é um &#8220;produto&#8221; cada vez mais escasso no &#8220;mercado&#8221; das emoções e atitudes humanas. E cada vez menos paramos para dizer um &#8220;obrigado&#8221;, pedir desculpas, ou até mesmo se interessar verdadeiramente pelo que o outro esta sentindo.  Com aquela premissa de que o &#8220;oi, tudo bom?&#8221; nada mais é do que uma frase pré-concebida, como um &#8220;bom dia&#8221; dado completamente vazio de sentido.</p>
<p>Convenhamos, quando foi a ultima vez que você teve tempo para se interessar realmente pelo que aquele amigo seu esta passando? E assim a vida continua em seu ritmo frenético e deixamos de lado sentimentos e momentos bacanas que poderíamos ter vivido, se, apenas se, tivéssemos esperado um segundo a mais.</p>
<p><span id="more-269"></span>O mesmo acontece com nossas mágoas, desamores, raivas. Nos magoamos, e o tempo corre. Os sentimentos ruins ficam lá escondidos, pesando no estomago, endurecendo nossos corações sem que nem percebamos. Afinal, quem tem tempo para perder com essas coisas subjetivas?  Até que estes conflitos mal-resolvidos, sem o menor aviso, ressurgem, nos cobrando um desfecho. Afinal você não pode ficar guardando aquilo pra sempre. Ou pode?</p>
<p>É mais ou menos quando criamos coragem de arrumar aquele monte de papéis que estão enfiados dentro do armário, e que não temos coragem de enfrentar. Mas uma hora é preciso olhar um por um e ver o que vai pro lixo. Se não o fizermos vamos acabar soterrados.</p>
<p>Perdoar requer o mesmo processo. Perdoar pede tempo, um tempo de esquecimento daquele sentimento jogado la no armário. E quando chega o momento em que ele te cobra, se revela quando menos você espera, você precisa encara-lo.</p>
<p>Na maioria das vezes não é fácil. Você simplesmente o esconde mais fundo ainda nesse &#8220;armário&#8221;, pra que você não o reveja tão cedo. Mas algumas vezes&#8230; algumas vezes você é surpreendido pela facilidade &#8211; e alivio &#8211; com a qual finalmente percebe que chegou a hora de perdoar e jogar fora definitivamente esta mágoa que por tanto tempo lhe fez mal, mesmo que você não assumisse isso nem para si mesmo.</p>
<p>Logo você que achava que encarar a tal mágoa seria como ser atingida por um furacão emocional &#8211; que não perdoaria facilmente, que faria o responsável por esta mágoa sentir o que você passou &#8211; percebe que não quer mais nada disso para a sua vida e que, com um sorriso e poucos minutos de conversa, tudo aquilo já não faz mais sentido e perdoa. Perdoa o outro e a si mesmo por ter se feito mal por tanto tempo. Perdoa e é capaz de desejar o melhor para a pessoa, do fundo de seu coração.</p>
<p>E ai, logo em seguida, a mágoa é substituída por uma sensação de leveza. Sim, a alma fica mais leve e agradecida, por aquele peso morto finalmente jogado fora. Menos um. E você sorri com vontade de chorrar.</p>
<p>Claro que no armário ainda ficaram alguns outros papéis que precisarão ser guardados por mais tempo, até que vença o prazo deles e você tenha que novamente ver se pode ou não jogá-los fora. Nada mais natural. Como dito no inicio do artigo, &#8220;errar é humano, e perdoar é divino&#8221;.  E por enquanto somos apenas mortais. Mas talvez nos aproximemos um pouquinho mais de Deus ao perdoar verdadeiramente. E sem duvida, não tem preço, por isso sugiro tentar.</p>
<p>E então, já deu uma arrumadinha no seu armário hoje? <img src='http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-274 aligncenter" title="1104492_93058763" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/11/1104492_93058763.jpg" alt="" width="378" height="276" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Não seria bom viver em um mundo sem vaidade?</title>
		<link>http://silentdevotion.cyncardoso.net/2008/07/08/nao-seria-bom-viver-em-um-mundo-sem-vaidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Feelings]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>

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		<description><![CDATA[Dias atrás, assistindo tv com meu amor, vimos uma propaganda que nos chamou a atenção. Se trata da nova campanha da Boticário, aquela famosa empresa de cosméticos. É indiscutível a qualidade de seus produtos e as suas campanhas publicitarias são sempre excelentes e criativas (pelo menos em sua maioria), mas não pretendo entrar nesse mérito. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dias atrás, assistindo tv com <a href="http://centenaro.org" target="_blank">meu amor</a>, vimos uma propaganda que nos chamou a atenção. Se trata da nova campanha da Boticário, aquela famosa empresa de cosméticos. É indiscutível a qualidade de seus produtos e as suas campanhas publicitarias são sempre excelentes e criativas (pelo menos em sua maioria), mas não pretendo entrar nesse mérito. Indiscutível, também, é o envolvimento com responsabilidade social que a empresa tem.<br />
Foi justamente por isso que, o que me chamou a atenção, foi a maneira como um assunto foi abordado.<br />
Como todo sabemos, o tema principal das empresas de cosméticos é a beleza. E diferentes (e criativas) maneiras de abordar esse assunto é o que faz vender. Em um país como o nosso, em que a diversidade é tao evidente, por sermos frutos de uma linda mistura de muitas etnias, é simplesmente loucura tentar estabelecer um determinado padrão de beleza. No entanto isso tem sido feito há anos.<br />
Para perceber isso, basta olhar pra trás. Até a década de 80 mais ou menos, existiam padrões de estética e moda que eram praticamente regras impostas pela sociedade.</p>
<p><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 5px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/07/image.png" border="0" alt="image" width="91" height="260" align="left" /> Anos 20, 30, 40, 50, etc&#8230; cada década com sua moda, penteados, maquiagens. Praticamente uniformizados. Se alguém se vestisse ou se penteasse de forma diferente, logo era visto com desprezo, ou recebia algum título depreciativo. Isso sem falar da cor da pele.<br />
Todos esses padrões foram importados para o nosso pais. E como se já não bastassem os problemas que já temos por causa dos anos de exploração que sofremos, tivemos que nos preocupar ainda com nossas aparências.</p>
<p>Quando criança, nos anos 80, sofri com preconceitos por ter o cabelo encaracolado e não liso como a maioria das crianças. Quando todas queriam se parecer com a Xuxa ou com a Barbie, ou seja, ser loirinha de olhos azuis e cabelos lisos é que era bonito.<br />
Se você tivesse cabelos encaracolados e cheios como os meus e sardas no rosto, você poderia se tornar o alvo de piadas das outras crianças.</p>
<p>Alto ou baixo, magro ou mais cheiinho, usar óculos ou botinhas ortopédicas, usar aparelho nos dentes, ter uma pele de cor diferente, ter espinhas,  ter cabelos crespos ou vermelhos, qualquer coisa que nos tornasse diferentes de outras pessoas poderia ser motivo de chacota. E com isso complexos e infelicidades se criam. A vitima das piadinhas passa a ter complexos e chega a se odiar por ser diferente.</p>
<p>Apenas nos últimos anos que este quadro começou se modificar. Ainda lembro quando lançaram o primeiro produto para cabelos encaracolados e diziam na propaganda da Seda que não sei quantos por cento das brasileiras tinham cabelos encaracolados ou afro. Eram os primeiros produtos leave-in que valorizavam os cachos e a diversidade da beleza da mulher brasileira.</p>
<p>E a tendencia atual é essa. Valorizar a diversidade. Ensinar às pessoas que é bom ser diferente. Ensinar aos seres humanos a não se sentirem ameaçados pelo que não conhecem. Mostrar que cada um de nos é bonito à sua maneira e que feio mesmo é ser mesquinho, preconceituoso, egoísta e ter desprezo por outro ser humano.</p>
<p>O filme da Boticário se chama &#8220;Acredite na Beleza&#8221;. E poderia ser um filme muito bacana com uma mensagem sensacional, se tivesse sido trabalhado melhor. O filme é ambíguo e pode ser interpretado de uma maneira completamente errada. Quando o assisti pela primeira vez, fiquei chocada. Assista:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pdBVNrXMyPQ&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/pdBVNrXMyPQ&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Durante o filme uma voz feminina faz perguntas que faço questão de responder.<br />
<em><br />
</em><strong>P:</strong><em>- Não seria bom viver num mundo sem vaidade? Em um mundo, onde a imagem não tivesse importância? </em></p>
<p><strong>R:</strong> Sim, seria perfeito. Seria maravilhoso se dessemos mais importância a valores esquecidos como amor ao próximo, compaixão, dignidade, decência, respeito. Por que valorizar a imagem em um mundo cheio de dor e sofrimento?</p>
<p><strong>P:</strong><em>- Um mundo onde a beleza não fosse valorizada?</em><br />
<strong>R:</strong> Respondo essa com uma outra pergunta. Por que não valorizar o que cada um de nos tem de bom para oferecer, além das aparências?</p>
<p>O filme termina respondendo: &#8220;<em>N</em>ã<em>o, n</em>ã<em>o seria. Acredite na beleza.</em>&#8221;<br />
Eu acredito na beleza, não me entenda mal. Sou mulher, sou vaidosa, mas isso não significa que eu de mais importância a essas frivolidades do que ao meu caráter, aos meus valores, minha família, meus amigos, meus sentimentos.<br />
Eu acredito na beleza. Mas acima de tudo acredito na diversidade. Na beleza de cada um. Não importa a cor dos teus cabelos, o seu peso ou a sua altura. Pra mim importa o que vem de dentro, do seu coração.<br />
Devo lembrar que intolerância em relação à diversidade (étnica, religiosa, de opinião, etc&#8230;) até o momento só gerou conflitos e guerras?</p>
<p>Eu acredito que a beleza que você tem dentro resplandece no seu exterior. Todos nos vamos deixar esse mundo um dia. Nenhum de nos vai ser jovem e &#8220;bonito&#8221; para sempre. E o que vamos levar dessa vida conosco?  A felicidade e serenidade de quem se aceita e esta bem consigo mesmo e com seus semelhantes, ou os complexos e inseguranças (e o silicone) impostos pela sociedade?</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>No Corcovado, quem abre os braços&#8230;</title>
		<link>http://silentdevotion.cyncardoso.net/2008/04/29/corcovado/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 19:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyn Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Feelings]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que a maioria de vocês já sabe que deixei a terra da pizza e voltei para o Brasil, mais especificamente para a Cidade Maravilhosa. Passar dois anos e meio (quase 3) la fora foi bom sob alguns aspectos, mas como já diria Judy Garland ( a mãe da Lisa Cachaceira Minelli) em O Magico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que a maioria de vocês já sabe que deixei a terra da pizza e voltei para o Brasil, mais especificamente para a <strong>Cidade Maravilhosa</strong>. Passar dois anos e meio (quase 3) la fora foi bom sob alguns aspectos, mas como já diria <strong>Judy Garland</strong> ( a mãe da <strong>Lisa</strong> Cachaceira <strong>Minelli</strong>) em <strong>O Magico de Oz</strong>, <strong>&#8220;Nada melhor como o nosso lar&#8221;</strong>.</p>
<p>Principalmente quando se volta pra casa bem acompanhada pelo <a href="http://centenaro.org" target="_blank">homem que amo</a>, reencontro minha família, meus amigos, e revejo essa cidade linda. Cidade que continua Maravilhosa, ainda que abalada pelo problema da dengue e da violência que todos nos já conhecemos, mas não pretendo entrar nesse mérito.</p>
<p>Nesses quase dois meses muita coisa já aconteceu. Já re-visitei, acompanhada pelo meu <a href="http://centenaro.org" target="_blank">noivo</a>, alguns dos mais importantes pontos turísticos do Rio de Janeiro, me maravilhando de rever tanta beleza apesar dos pesares. Sim, o <strong>Rio de Janeiro</strong> continua lindo.</p>
<p>Um dos momentos mais bacanas porém, foi ir dar um oi pro Redentor.  Subimos o <strong>Corcovado</strong> com uma van turística, que primeiro nos levou até o <strong>mirante Dona Marta</strong>, de onde é possível ver toda a cidade. Existe também a opção do <strong><a href="http://www.corcovado.com.br" target="blank">trem do corcovado</a></strong> que parte de uma estacão que fica no <strong>Cosme Velho</strong> e segue pela <strong>estrada de ferro do corcovado</strong> fundada por <strong>D. Pedro II</strong> em <strong>1884</strong>. Seguir por este caminho também é uma boa. Com ele se faz um passeio ecológico, pois a estradinha de ferro corta a maior floresta urbana do mundo, a <strong>Floresta da Tijuca</strong>. A única desvantagem, que nos fez decidir pela van, é que o tremzinho não para nos mirantes para que se possa admirar a cidade de ângulos diferentes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/04/pao_acucar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-111" title="pao_acucar" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/04/pao_acucar.jpg" alt="" width="412" height="309" /><br />
</a><em>Pão de Açúcar visto do mirante Dona Marta</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p>O dia tava meio nublado infelizmente, mas isso não diminuiu nossa admiraçao ao olhar esta vista. Saindo da li fomos levados até os pés do <strong>Cristo Redentor</strong>, onde era preciso pagar <strong>13 reais de ingresso</strong>, para que uma outra van nos levasse mais acima, ou seja, até os elevadores e escadas (rolantes ou não) usados para chegar efetivamente ao Cristo.</p>
<p>Chegando la, estávamos literalmente dentro de uma nuvem. Estava tao encoberto, que mal se conseguia ver o rostinho Dele (pra ser sincera, não dava pra ver nada):</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-110" title="cristo1" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/04/cristo1.jpg" alt="" width="323" height="431" /><br />
<em>Cristo Redentor escondido pelas nuvens</em></p>
<p>Mas porque o Cara é muito bacana com a gente, ele mostrou seu rosto por alguns segundos. Segundos estes recebidos por muita comoção pelo publico que estava ali para vê-lo, por mim e pelo <a href="http://centenaro.org" target="_blank">noivo</a> da ruiva que vos fala.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-112" title="cristo2" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/04/cristo2.jpg" alt="" width="460" height="442" /><br />
<em>Ele é ou não é o Cara?</em></p>
<p>O que posso dizer? Eu só tinha muito o que <strong>agradecer</strong> mesmo, afinal Ele nunca me deixou na mão. E não nos deixou na mão, nem quando quisemos ver o rosto dele. Não quero parecer uma daquelas carolas, ratas de igreja (nada contra). Ou uma daquelas pessoas que ficam dando sermoes e tentando converter os outros. Respeito a tudo e a todos, <strong>religião</strong>, <strong>gosto</strong>, <strong>raça</strong>, <strong>cor</strong>, <strong>time de futebol</strong>, <strong>opção sexual</strong>, <strong>status social </strong>e afins. <strong>Nada disso tem importância</strong>. Tudo isso é besteira. O que vem primeiro é o sentimento que faz a humanidade caminhar (mesmo que aos trancos e barrancos por nossa própria culpa), o amor Dele por nos. Senão não estaríamos aqui hoje. E nem conseguiríamos nos levantar cada vez que a vida nos desse uma rasteira. Temos mais é que agradecer por estarmos vivos. E esse cara ai, sabe do que to falando:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/04/mendigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-114" title="mendigo" src="http://silentdevotion.cyncardoso.net/wp-content/uploads/2008/04/mendigo.jpg" alt="" width="251" height="426" /></a><br />
<em>Mendigo rezando aos pés do Cristo Redentor</em></p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;.<br />
<strong> P.s.1:</strong> Este post foi meio diferente das tosqueiras habituais, eu sei. Mas esperam que tenham gostado. Continuaremos em breve com a nossa programação normal.</p>
<p><strong>P.s.2:</strong> Ah já ia esquecendo! No corcovado quem abriu os braços não fui eu! Mas sim um monte de turista que adora um clichêzinho. Cadê a criatividade, minha gente???</p>
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